Archive for September, 2008

Nicho sem modelo de negócios é fria

Existem 2 estratégias para negócios da web 2.0:

- Fazer um serviço geral, que pode ser Top500 algum dia e esperar para desenvolver o modelo de negócios futuramente, usando a relevância conquistada. (Google, Youtube, Myspace).

ou

- Fazer um serviço de nicho, que nunca vai ser um Top500 e desenvolver um modelo de negócios agora. (37signals, Yammer).

Entretanto, o que mais aparece é:

- Um serviço de nicho, que nunca vai ser um Top500, sem modelo de negócios e querendo estar no Top500.

Parece simples, mas são poquíssimos projetos que conseguem ter relevância, modelo de negócios e a abrangência necessária.

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Yammer

Acompanhei algumas das palestras do TC50, algumas em vídeo, algumas via o blog do Daniel Heise. Um dos serviços que me impressionei foi o Yammer. Logo de cara pareceu ser um bom negócio, primeiro, porque já tem um modelo de negócios claro e sensato e, segundo, porque é relevante.

Relevante

O Yammer é um “twitter corporativo” muito bem implementado, baseado no domínio de email dos funcionários. É muitíssimo simples entrar, convidar colegas de trabalho e integrar a ferramenta com seu Gtalk, Msn ou também com uma aplicação Desktop. É relevante porque consegue de maneira eficiente ajudar em um dos maiores desafios das empresas hoje: comunicação.

Modelo de negócios definido

É interessante, pois tem um modelo de negócios já definido, como os serviços da 37signals: para quem quiser uma versão bonita, personalizada, paga US$1 por usuário cadastrado ao mês. Simples.

E não pode ser substituído pelo twitter, pois as informações contidas ali, compartilhadas com os colaboradores da empresa, são privadas. Além disso o twitter é claramente voltado a comunicação geral e entretenimento.

Na verdade esse é um gancho para o próximo post, no qual vou falar do porquê dessa combinação (relevância e modelo de negócios) não ser comum nos negócios que estão surgindo na web 2.0.

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Chrome é briga de gente grande

Tem gente que acredita em qualquer coisa. O Google disse que a intenção do Google Chrome é deixar a navegação mais rápida, para assim as pessoas fazerem mais buscas e ele lucrar mais. Que ele (o Google) vive da Internet e por isso ele quer fazer da rede um lugar melhor, mais seguro e mais rápido para seus usuários. Essa eu não engulo. Não dá. Talvez essa seja a proposta de valor do software, mas as intenções do Google são beeemmmm diferentes.

Nos próximos anos vamos ver uma grande batalha. Todo mundo quer ser a nova Microsoft.

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